Ano I - Volume 1 - Julho/2008
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« tradução » Bibliotecas de ontem e o futuro das ciências humanas Hans Ulrich Gumbrecht Tradução de Luiz Costa Lima A expulsão do livro para os confins do campus, decisão da direção da Universidade de Stanford contra a vontade de alunos e professores, serve de ocasião para que Hans Ulrich Gumbrecht, professor daquela instituição, teça um fascinante comentário sobre as implicações epistemológicas e filosóficas da adoção universal de práticas eletrônicas de utilização dos textos. Gumbrecht, em excelente tradução de Luiz Costa Lima, discute, entre outras questões, a própria permanência das humanidades, do compromisso contra a perda, a erosão e a dispersão espacial da comunidade portadora da memória que marcou as suas origens. Leia na Íntegra |
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« entrevista » Noel Polk, editor de William Faulkner Entrevista a Sueli Cavendish Noel Polk é o principal editor das Edições Corrigidas dos romances de William Faulkner , nas quais examina minuciosamente os manuscritos e textos datilografados do autor a fim de restaurar, tanto quanto possível, a intenção autoral, recuperando palavras, frases e pontuação originais. Leia na Íntegra - Read in English |
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« tradução » À Noite Percy Bysshe Shelley Tradução de Paulo Henriques Britto O Poema To Night – À Noite – de Percy Bysshe Shelley (1792-1822), foi publicado postumamente por sua mulher, Mary Shelley, em 1824. Ao contrário do poema homônimo de Novalis, À Noite, de Shelley é, segundo o crítico Harold Bloom, uma oração urgente à vida, sobretudo à vida imaginativa. Eutomia apresenta-o aqui no original e na brilhante tradução de Paulo Henriques Britto. Leia na Íntegra |
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« artigo » Entre Pessoa e Régio, Miguel Torga José Rodrigues de Paiva O que dá significado ao título deste excelente artigo é uma questão de natureza estética: a do diálogo entre a poesia de Torga e a de Pessoa e entre a poesia de Torga e a de Régio, no que diz respeito a temas, traços de estilo, dicção e metafísicas. Leia na Íntegra |
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« resenha » O Sonho do Fiador entre os Ofídios Delmo Montenegro A resenha de Delmo Montenegro sobre o livro de poemas de Eduardo Jorge, Espaçaria (Lumme, 2007) o situa ao lado de obras como Primeiro as coisas morrem (Sete Letras, 2004) de Diego Vinhas, Visita (Sete Letras, 2000) e Distância (Sete Letras, 2005) de Virna Teixeira e O legado de Beltrano (Sete Letras, 2005) de Rodrigo Magalhães, mostrando a força da jovem poesia do Ceará. Entre os citados, porém, Eduardo Jorge vem com a proposta mais radical, com uma obra que dialoga fortemente com as experiências do Neobarroco na América Latina, com Coral Bracho, José Kozer, Reynaldo Jiménez e Victor Sosa. Leia na Íntegra |
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« artigo » A arte do romance segundo Osman Lins Inara Ribeiro Gomes Iara Ribeiro Gomes explora a oscilação entre texto e mundo ou entre palavra e referência no romance de Osman Lins. Leia na Íntegra |
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« artigo » Alberto Pucheu e o campo intensivo do ensaio Roberto Corrêa dos Santos Para entrar nos tão ardorosos ensaios de Pelo Colorido, para além do Cinzento (a literatura e seus entornos interventivos), de Alberto Pucheu, é preciso ter em mente haver ali uma escolha e uma decisão radicais de mover-se com vista a construir, para além de um projeto e de um programa, uma obra de escrita da Crítica que tenha por norte dois grandes signos: a simpatia (o afetuoso aproximar-se do que seja da ordem do afirmativo) e a intensidade (o árduo operar, dando-se com todo o corpo). Precisamos, diz Alberto Pucheu, para lidarmos com o calor da literatura – nome possível para diversas e potentes modelagens discursivas – conhecer o ar, pôr em movimento os músculos, abrir-nos ao trabalho de tornarmo-nos firmes, leves, flexíveis e, portanto, senhores das articulações, dos cruzamentos, dos embates, das descosturas e das ligas, das sabedorias provenientes das idas sem temor às artes fabulosas do escrever, saltando por sobre fechamentos e fórmulas empobrecedoras, inválidas se diante de processos escripturais ricos e complexos que em enérgicos fazeres do pensamento-em-letra se conjugam, bem fora das divisões miúdas de territórios e gêneros textuais. Leia na Íntegra |
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« artigo » O Amante do Vulcão: Comparatismo e Metaficção Historiográfica Márcia Cavendish Wanderley Linda Hutcheon, uma das mais lúcidas teóricas do pós-modernismo americano, cunhou o termo “metaficção historiográfica” para descrever a nova linha inaugurada pela literatura que reaproximou as duas árvores do saber, história e literatura, afastadas desde o advento da “história científica”. Segundo ela, contestando essa separação o pós-modernismo vem se concentrando em buscar o que ambas tem em comum. O resultado concreto é a produção de construtos intertextuais que se utilizam dos textos passados e os reconstroem a partir de sua própria textualidade. Mais que isso, o romance da metaficção historiográfica confronta os paradoxos da representação fictício/histórica, do particular/geral e do presente/passado. Leia na Íntegra |
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« artigo » Missing in Portuguese: Prolegomenon to a Translation of Cormac McCarthy’s Suttree Michael Doyle Universidade de North Carolina at Charlotte Although many of his novels have been translated into Portuguese, as with No country for old Men (Onde os velhos não têm Vez), recently adapted for the movie screen, Pulitzer Prize winner Cormac McCarthy’s fourth novel Suttree is still not available in our language. Michael Scott Doyle, in this in-depth article, delves into some of the many implications and difficulties involved in such a task, which will certainly be soon undertaken by one of our major translators. Leia na Íntegra |
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« artigo » A Pseudonímia e a Poesia Renegada de Carlos Drummond de Andrade Lucila Nogueira No ano de 1922, mais precisamente a primeiro de dezembro, sob o pseudônimo Manoel Fernandes da Rocha e também o de Rodrigo Tostes, Carlos Drummond de Andrade publicou poemas nos jornais de Minas; e continuou a fazê-lo durante certo tempo. Neste artigo a poeta e professora Lucila Nogueira examina os heterônimos drummondianos e as implicações simbolistas e modernistas das máscaras com que se despe. Leia na Íntegra |
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« artigo » História. Ficção. Literatura. Uma breve apresentação Luiz Costa Lima Antes de a ficção dizer respeito só à literatura, a ficção diz respeito ao nosso cotidiano. Quando não sabemos nada sobre ficção estamos desarmados com relação ao nosso próprio cotidiano. Interessar-se pelas ficções, por uma teoria das ficções (não) literárias, não há de ser exclusividade do professor de literatura. As ficções cotidianas são do interesse, em princípio, de todos aqueles que têm um cotidiano a preservar. (Luiz Costa Lima, em palestra inaugural dos Seminários de Teoria e Crítica organizados por Lucila Nogueira e Sueli Cavendish, em 13/11/2006). Leia na Íntegra - Read in English |
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« artigo » Livro Didático: um desafio à leitura Claudia Mendonça São examinados alguns dos condicionantes do insucesso escolar na área de Geografia, bem como as inadequações do processo de avaliação, que levam necessariamente a resultados insatisfatórios. Leia na Íntegra |
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« tradução » A Tradução na Teoria e na Prática Jean-Paul Vinay Tradução de Yaracylda Coimet (Do original em francês), Magaly Rocha e Francisco Gomes de Matos (dos textos em Inglês). Conferência proferida por Vinay nos Estados Unidos em 1980, publicada por Mildred Larson (Translation: Theory and Practice. Vol. V. American Translators Association Series. State University of New York at Binghamton, 1981) Tradução inédita utilizada como leitura teórica para os cursos de Especialização em Tradução (inglês e francês) em 2004 e Bacharelado em Tradução da UFPE atualmente. Leia na Íntegra |
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