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	<title>Eutomia</title>
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	<description>Revista de Literatura e Linguística</description>
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		<title></title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 03:30:08 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Eutomia – Revista de Literatura e Linguística mudou de layout, ganhando em leveza e funcionalidade. Pretendemos com isso facilitar a visualização e o acesso ao conteúdo desta oitava edição e das edições vindouras. O artigo de capa reconfirma o que dá identidade e distinção ao periódico: os ensaios críticos sobre o Guesa, de Sousândrade, assinados por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Eutomia – Revista de Literatura e Linguística</em> mudou de layout, ganhando em leveza e funcionalidade. Pretendemos com isso facilitar a visualização e o acesso ao conteúdo desta oitava edição e das edições vindouras. O artigo de capa reconfirma o que dá identidade e distinção ao periódico: os ensaios críticos sobre o Guesa, de Sousândrade, assinados por Carlos Torres-Marchal, que por sua excelência marcam uma diferenciação indelével na recepção sousandradina. O tema principal deste número de Eutomia, <em>O Romantismo Alemão e seus principais conceitos</em>, como desdobramento e resposta à Crítica kantiana, atraiu excelentes artigos sobre a reflexão ocorrida naquele curto período de vigência do grupo de Iena, cujos efeitos se atualizam na literatura de nossos dias. Em “Conexões”, o ensaio <em>Topografias nômades de Herberto Helder,</em><strong> </strong>de Claudio Daniel, cujo título antecipa o interesse a  suscitar. A seção Poesia conta com o ensaio de Susanna Busato, da USP -  <em>Leitura de uma anatomia: a poesia brasileira contemporânea e os ossos do ofício</em> – que introduz treze poetas de diferentes estados. Neste número voltamos a receber contos e aqueles que passaram pelo crivo do conselho editorial estão listados na seção correspondente, onde figuram ainda Marosa Di Giorgio e William Faulkner, nas traduções de Jussara Salazar e Sueli Cavendish.</p>
<p>Em Linguística trazemos ao leitor os estudos e as experiências de pesquisadores brasileiros no âmbito dos estudos da linguagem e do trabalho humano, em que dialogam diversas disciplinas, como a Ergonomia da Atividade, a Ergologia, a Psicologia ou Clínica do Trabalho e a Ergolinguística, esta última considerada uma linguística do trabalho, enquanto atividade complexa e situada atravessada por práticas linguageiras. Destaque é dado às diversas abordagens teórico-metodológicas, campos de aplicação, diálogos multi, inter e transdisciplinares, contribuições para a pesquisa científica acadêmica e para o desenvolvimento social; e menção especial à professora Maria Cecília Pérez de Souza-e-Silva, pioneira nos estudos desenvolvidos no país desde a década de 90 com expressiva influência na formação de pesquisadores das principais universidades brasileiras. O nosso agradecimento a todos os  colaboradores que tornaram possível essa edição.</p>
<p>Boa leitura!</p>
<p>Sueli Cavendish</p>
<p>Cristina Sampaio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211;<br />
Agradecemos a Roberto Lúcio a cessão de sua obra &#8220;Apropriações/Cartazes de Rua&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.revistaeutomia.com.br/v2/2011/12/31/376/fotos-cartazes-expa%c2%b4-mac/" rel="attachment wp-att-449"><img class="alignnone size-full wp-image-449" title="Roberto Lúcio" src="http://www.revistaeutomia.com.br/v2/wp-content/uploads/2011/12/RobertoLucio-arte-586px.jpg" alt="" width="586" height="440" /></a></p>
<p>Ficha Técnica:<br />
Título:  &#8220;CARTAZ 15&#8243;<br />
Dimensões:  1.00 x 1.50 m<br />
Técnica:  Fotografia<br />
Ano: 2010</p>
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		<title>A Descoberta</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 03:20:01 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Mariel Reis]]></category>

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		<description><![CDATA[Clarice rodopiava. A vitrola enchia o ambiente de música alta. Os braços erguidos; o quadril em movimento e as pernas alvoroçadas &#8211; preenchidas de tumulto. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clarice rodopiava. A vitrola enchia o ambiente de música alta. Os braços erguidos; o quadril em movimento e as pernas alvoroçadas &#8211; preenchidas de tumulto. [...]</p>
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		<title>Hortênsias na missa (tradução de Jussara Salazar)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 03:16:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Carrossel]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Marosa Di Giorgio]]></category>

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		<description><![CDATA[Era uma casa solitária com o teto duas águas e um grande oco no centro, uma casa pós moderna (&#8230;) e uma grande beirada de hortênsias (agigantadas e em um azul desbotado; ou brancas, ou cor de rosa como azaléias e chuviscos). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era uma casa solitária com o teto duas águas e um grande oco no centro, uma casa pós moderna (&#8230;) e uma grande beirada de hortênsias (agigantadas e em um azul desbotado; ou brancas, ou cor de rosa como azaléias e chuviscos). [...]</p>
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		<title>Aquele Sol Noturno (com o comentário &#8220;Fragmento, Suspensão e Oscilação&#8221;, de Sueli Cavendish)</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 03:11:12 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Carrossel]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[William Faulkner/Sueli Cavendish]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Aquele sol noturno&#8221; é a minha tradução de &#8220;That Evening Sun&#8221;, de William Faulkner. Segue-se o texto &#8220;Fragmento, Suspensão e Oscilação&#8221;, onde comento alguns aspectos da poética faulkneriana com ênfase especial nas estratégias formais que favorecem a abertura infinita da obra, cuja origem pode ser remontada ao Primeiro Romantismo alemão. (S.C.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Aquele sol noturno&#8221; é a minha tradução de &#8220;That Evening Sun&#8221;, de William Faulkner. Segue-se o texto &#8220;Fragmento, Suspensão e Oscilação&#8221;, onde comento alguns aspectos da poética faulkneriana com ênfase especial nas estratégias formais que favorecem a abertura infinita da obra, cuja origem pode ser remontada ao Primeiro Romantismo alemão. (S.C.)</p>
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		<title>A trilogia da existência</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 03:03:11 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Adriano Nantes Nunes]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheguei atordoado e vazio ao mundo; tinha uma esperança dúbia em mim. Queria preencher o vazio perpetrado ao longo de minha existência efêmera, mas fui entendendo que nossos sulcos internos cristalizam-se com a mesma intensidade da ânsia, do desejo, do magro desejo de vida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei atordoado e vazio ao mundo; tinha uma esperança dúbia em mim. Queria preencher o vazio perpetrado ao longo de minha existência efêmera, mas fui entendendo que nossos sulcos internos cristalizam-se com a mesma intensidade da ânsia, do desejo, do magro desejo de vida. [...]</p>
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		<title>O parecerista</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:58:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Guto Leite]]></category>

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		<description><![CDATA[Leio muito, exageradamente. Se minha profissão estivesse num dos vintes tomos do Catálogo de Ofícios, eu me apresentaria como parecerista. É o que sou. Em miúdos, aquele pago pelas editoras para opinar em jornais e revistas sobre as obras recentemente publicadas. A necessidade, mãe do talento, deixou-me órfão, embora o acaso, meu pai, tenha sabido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leio muito, exageradamente. Se minha profissão estivesse num dos vintes tomos do Catálogo de Ofícios, eu me apresentaria como parecerista. É o que sou. Em miúdos, aquele pago pelas editoras para opinar em jornais e revistas sobre as obras recentemente publicadas. A necessidade, mãe do talento, deixou-me órfão, embora o acaso, meu pai, tenha sabido muito bem como me amparar. Filho de escritor e de uma culta dona de casa, sempre tive acesso à casta pensante de nossa cidade. Isso leva àquilo, aquilo leva a outro e pronto: no supermercado, passo semanalmente vinte ou trinta minutos escolhendo bebidas, vinhos e chocolates na prateleira dos importados. Mesmo que eu saiba, de antemão, sempre, quais dos agrados eu levarei para casa. [...]</p>
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		<title>Leitura de uma anatomia: a poesia brasileira contemporânea e os ossos do ofício</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:27:52 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Susanna Busato]]></category>

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		<description><![CDATA[O que vem a ser a poesia contemporânea? Esta pergunta nunca cessa e, sempre presente incomoda, como este tempo do agora, que urge na sua presença transitória como um osso engatado na garganta do discurso crítico, pois já não podemos mais precisar com segurança a natureza daquilo que é fugidio, este hic et nunc da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que vem a ser a poesia contemporânea? Esta pergunta nunca cessa e, sempre presente incomoda, como este tempo do agora, que urge na sua presença transitória como um osso engatado na garganta do discurso crítico, pois já não podemos mais precisar com segurança a natureza daquilo que é fugidio, este hic et nunc da existência. Este prólogo é para desenhar a cautela com que minha leitura se manifesta diante de uma coletânea de poemas que, cada um a seu modo, marca sua presença neste ambiente do agora da poesia brasileira.</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:24:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Adriana Zapparoli]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Adriana Zapparoli é escritora, poeta e tradutora. Seus trabalhos foram editados em revistas impressas e eletrônicas de veiculação nacional e internacional. Em 2007 publicou “A Flor da Abissínia” &#8211; edição bilíngue. “Cocatriz” (2008). “Violeta de Sofia” (2009). “Tílias e Tulipas” &#8211; edição bilíngue (2010). Em 2011 publicou “O Leão de Neméia&#8221;. Todas as obras foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adriana Zapparoli é escritora, poeta e tradutora. Seus trabalhos foram editados em revistas impressas e eletrônicas de veiculação nacional e internacional. Em 2007 publicou “A Flor da Abissínia” &#8211; edição bilíngue. “Cocatriz” (2008). “Violeta de Sofia” (2009). “Tílias e Tulipas” &#8211; edição bilíngue (2010). Em 2011 publicou “O Leão de Neméia&#8221;. Todas as obras foram editadas pela Lumme Editor, Bauru, SP. (A.Z.)</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alberto Lins Caldas]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Alberto Lins Caldas publicou os livros de contos “Babel” (Revan, Rio de Janeiro, 2001), “Wyk” (Bagaço, Recife, 2007), “Gorgonas” (Companhia Editora de Pernambuco, Recife, 2008), o romance “Senhor Krauze” (Revan, Rio de Janeiro, 2009) e o livro de poemas &#8220;Minos&#8221; (Ibis Libris, Rio de Janeiro, 2011). (A.L.C.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alberto Lins Caldas publicou os livros de contos “Babel” (Revan, Rio de Janeiro, 2001), “Wyk” (Bagaço, Recife, 2007), “Gorgonas” (Companhia Editora de Pernambuco, Recife, 2008), o romance “Senhor Krauze” (Revan, Rio de Janeiro, 2009) e o livro de poemas &#8220;Minos&#8221; (Ibis Libris, Rio de Janeiro, 2011). (A.L.C.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:18:15 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Alexandre Guarnieri]]></category>
		<category><![CDATA[Carrossel]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Alexandre Guarnieri é Licenciado em História da Arte e Educação Artística pelo Instituto de Arte da UERJ, é Mestre em Comunicação e Cultura/ Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da UFRJ. Como arte-educador atuou no Programa Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil. Produziu materiais educativos para exposições de destaque no Rio. Atualmente integra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre Guarnieri é Licenciado em História da Arte e Educação<br />
Artística pelo Instituto de Arte da UERJ, é Mestre em Comunicação e<br />
Cultura/ Tecnologia da Imagem pela Escola de Comunicação da UFRJ. Como arte-educador atuou no Programa Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil. Produziu materiais educativos para exposições de destaque no Rio. Atualmente integra o corpo técnico da Diretoria de Marcas do INPI &#8211; Instituto Nacional da Propriedade Industrial. &#8220;Casa das Máquinas&#8221; (2011), do qual estes poemas fazem parte, é seu livro de estreia. (A.G.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:14:40 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Amosse Mucavele]]></category>
		<category><![CDATA[Carrossel]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Amosse Mucavele nasceu em Maputo aos 8 de julho de 1987 ,vive em Maputo. É membro fundador do Movimento Literário Kuphaluxa, onde coordena a equipe editorial da revista literatas; é colaborador do Pavilhão Literário singrando horizontes &#8211; Academia de Letras de Parana e outros blogs e jornais &#8230; (A.M.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amosse Mucavele nasceu em Maputo aos 8 de julho de 1987 ,vive em Maputo. É membro fundador do Movimento Literário Kuphaluxa, onde coordena a equipe editorial da revista literatas; é colaborador do Pavilhão Literário singrando horizontes &#8211; Academia de Letras de Parana e outros <em>blogs</em> e jornais &#8230; (A.M.)</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:08:34 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Andréia Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Carrossel]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Andréia Carvalho, virginiana, com ascendente escorpião. Já foi astróloga, taxidermista e artesã de porcelana fria. Estudou Ciências Biológicas e Produção Multimídia. Atualmente trabalha com Farmácia Hospitalar e Web Design. Mora em Curitiba, no Paraná. Gosta de fotografar e trabalhar com imagens escritas. Escreve no blog O hábito escarlate . Tem poemas publicados nas revistas eletrônicas Zunái e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andréia Carvalho, virginiana, com ascendente escorpião. Já foi astróloga, taxidermista e artesã de porcelana fria. Estudou Ciências Biológicas e Produção Multimídia. Atualmente trabalha com Farmácia Hospitalar e Web Design. Mora em Curitiba, no Paraná. Gosta de fotografar e trabalhar com imagens escritas. Escreve no blog O hábito escarlate . Tem poemas publicados nas revistas eletrônicas Zunái e Germina. Seu primeiro livro &#8220;A Cortesã do Infinito Transparente&#8221;, 2011, Lumme Editor, Série Caixa Preta (Poesia), está disponível no site da Livraria Cultura. Os 7 poemas são de seu segundo livro “Camafeu Escarlate”, com publicação em 2012, por Lumme Editor. (A.C.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:03:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
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		<description><![CDATA[Beatriz Bajo (São Paulo/SP, 1980). Poeta, revisora, tradutora, professora de língua portuguesa e literatura, especialista em Literatura Brasileira (UERJ) e aluna especial do mestrado em Letras (UEL). a face do fogo é seu livro de estreia, pelo selo [e] editorial (uma parceria da Annablume com a Demônio Negro). O segundo livro, : a palavra é, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Beatriz Bajo (São Paulo/SP, 1980). Poeta, revisora, tradutora, professora de língua portuguesa e literatura, especialista em Literatura Brasileira (UERJ) e aluna especial do mestrado em Letras (UEL). a face do fogo é seu livro de estreia, pelo selo [e] editorial (uma parceria da Annablume com a Demônio Negro). O segundo livro, : a palavra é, foi lançado pelas editoras Atritoart e Kan, de Londrina. Traduziu o livro Respiración del laberinto, do poeta mexicano Mario Papasquiaro, pelo Coletivo Dulcinéia Catadora e trabalha atualmente com uma novela, também mexicana, pela editora LetraSelvagem. Participou do livro de entrevistas Diálogos com a Literatura Brasileira &#8211; volume III, organizado por Marco Vasques (Movimento, Porto Alegre/RS; Letradágua, Joinville/SC, 2010). Além do bloguehttp://lindagraal.blogspot.com/, divide com seu parceiro Marcelo Ariel a manutenção do Esquina Literária (http://esquinaliteraria.blogspot.com/). Morou por 17 anos no Rio de Janeiro (RJ) e vive há 5 em Londrina. (B.B.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 02:00:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
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		<description><![CDATA[Delmo Montenegro (Recife, 1974) é poeta, ensaísta e tradutor. Publicou os livros de poesia Os Jogadores de Cartas (2003) e Ciao Cadáver (2005). É um dos editores da revista de literatura Entretanto. Prepara atualmente livro + CD de poemas Épater le Noir. (D.M.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Delmo Montenegro (Recife, 1974) é poeta, ensaísta e tradutor. Publicou os livros de poesia Os Jogadores de Cartas (2003) e Ciao Cadáver (2005). É um dos editores da revista de literatura Entretanto. Prepara atualmente livro + CD de poemas Épater le Noir. (D.M.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:57:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
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		<description><![CDATA[Everardo Norões nasceu no Crato, Ceará. Livros: Poemas argelinos (Ed. Pirata, 1981), Poemas (Fundação de Cultura da Cidade do Recife, 2000) – prêmio literário Cidade do Recife 1998; (Nas entrelinhas do mundo, em co-autoria (Ensol, 2002); Le tigri del Bengala &#8211; tradução de Emilio Coco (Edizione Nuove Muse, S. Marco in Lamis, Itália, 2005); A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Everardo Norões nasceu no Crato, Ceará. Livros: Poemas argelinos (Ed. Pirata, 1981), Poemas (Fundação de Cultura da Cidade do Recife, 2000) – prêmio literário Cidade do Recife 1998; (Nas entrelinhas do mundo, em co-autoria (Ensol, 2002); Le tigri del Bengala &#8211; tradução de Emilio Coco (Edizione Nuove Muse, S. Marco in Lamis, Itália, 2005); A rua do Padre Inglês (Ed. 7Letras, Rio de Janeiro 2006); Miguel Torga e o dicionário da terra. (Fundação de Cultura Cidade do Recife. Recife, 2007; Retábulo de Jerônimo Bosch (Ed. 7Letras, Rio de Janeiro. 2008); Poeiras na réstia (Ed. 7Letras, Rio de Janeiro. 2010). É co-autor do texto das peças Auto das portas do Céu, de Ronaldo Brito e de O nascimento da bandeira, de Ronaldo Brito. Escreve artigos e crônicas para diversos jornais e revistas e tem poemas traduzidos para o espanhol, francês, italiano, catalão e quéchua. Traduziu e organizou a Obra completa de Joaquim Cardozo (Nova Aguilar, 2010), antologias da poesia peruana, do poeta mexicano Carlos Pellicer, do poeta italiano Emilio Coco e de poetas franceses contemporâneos. Participa de várias antologias, entre elas, a mais recente, Antología de poetas brasilenõs actuales, da editora espanhola Paralelosur, Espanha (2011). Prêmio literário Cidade de Manaus 2011, pelo livro de contos inédito O fabricante de histórias. (E.N.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:53:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Luís Costa]]></category>
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		<description><![CDATA[Luís Costa nasceu a 17 de Abril de 1964, Carregal do Sal, Portugal. Ainda não se encontra publicado em livro . Tem colaborado em várias revistas digitais como a Zunái, a Agulha, REVISTA TRIPLOV de Artes, Religiões e Ciências, etc. Colaborou também na primeira revista-objecto surrealista portuguesa &#8220;Debout Sur L’oeuf&#8221;. Para ele a poesia é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Costa nasceu a 17 de Abril de 1964, Carregal do Sal, Portugal. Ainda não se encontra publicado em livro . Tem colaborado em várias revistas digitais como a Zunái, a Agulha, REVISTA TRIPLOV de Artes, Religiões e Ciências, etc. Colaborou também na primeira revista-objecto surrealista portuguesa &#8220;Debout Sur L’oeuf&#8221;. Para ele a poesia é um modo de estar presente, uma ontologia. (L.C.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:50:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Marceli Andresa Becker é estudante de filosofia e professora. Publicou poemas nas revistas Zunái e Germina, no portal Cronópios e nos blogs Cantar a Pele de Lontra e Penetra Surdamente no Reino das Palavras. Na área da filosofia, publicou artigos e ensaios em revistas eletrônicas e mídias impressas. Mantém o blog http://deterdeondeseir.blogspot.com. E-mail: mab_1109@yahoo.com.br. (M.A.B.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marceli Andresa Becker é estudante de filosofia e professora. Publicou poemas nas revistas Zunái e Germina, no portal Cronópios e nos blogs Cantar a Pele de Lontra e Penetra Surdamente no Reino das Palavras. Na área da filosofia, publicou artigos e ensaios em revistas eletrônicas e mídias impressas. Mantém o blog http://deterdeondeseir.blogspot.com. E-mail: mab_1109@yahoo.com.br. (M.A.B.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:45:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Marcus Fabiano Gonçalves]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcus Fabiano Gonçalves nasceu no Rio Grande do Sul. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFRGS, é mestre e Doutor em Teoria e Filosofia do Direito. Prepara doutoramento em Antropologia na École des Hautes Études en Sciences Sociales. Morou em Porto Alegre, Florianópolis, Paris e Natal. Atualmente Radicado no Rio de Janeiro, é professor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus Fabiano Gonçalves nasceu no Rio Grande do Sul. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFRGS, é mestre e Doutor em Teoria e Filosofia do Direito. Prepara doutoramento em Antropologia na École des Hautes Études en Sciences Sociales. Morou em Porto Alegre, Florianópolis, Paris e Natal. Atualmente Radicado no Rio de Janeiro, é professor da Universidade Federal Fluminense. Em 2005 publicou O Resmundo das Calavras (WS Editor), obra finalista do Prêmio Jabuti. Alguns dos poemas acima são de seu segundo livro ARAME FALADO (inédito). (M.F.G.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:41:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Omar Salomão &#8211; poeta, artista plástico e músico. Escreveu o livro À Deriva (ed. Dantes, 2005). Em dezembro de 2011 lança seu segundo livro, Impreciso (ed. Dantes). É um dos apresentadores do programa Oncoto da TV Brasil, comandado por Jorge Mautner. Montou as exposições individuais Turbulências são apenas nuvens no caminho, na galeria Mercedes Viegas (outubro/2011) e Impreciso, no Sesc-Rio Barra Mansa (outubro/2010). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Omar Salomão &#8211; poeta, artista plástico e músico. Escreveu o livro <em>À Deriva</em> (ed. Dantes, 2005). Em dezembro de 2011 lança seu segundo livro, <em>Impreciso (</em>ed. Dantes). É um dos apresentadores do programa <em>Oncoto</em> da TV Brasil, comandado por Jorge Mautner. Montou as exposições individuais <em>Turbulências são apenas nuvens no caminho,</em><em> </em>na galeria Mercedes Viegas (outubro/2011) e <em>Impreciso</em>, no Sesc-Rio Barra Mansa (outubro/2010). De 2004 a 2009, participou da banda <em>VulgoQinho&amp;OsCara,</em><em> </em>e no ano seguinte montou o projeto <em>Lavanderia</em>, misturando música eletrônica e poesia, com Daniel Castanheira e Ericson Pires<em>.</em><em> </em>Foi curador com Heloisa Buarque de Hollanda e Bruna Beber da exposição <em>BLOOKS &#8211; letras na rede</em>, sobre literatura na internet, no Espaço Cultural Oi Futuro, em 2007, e da exposição <em>Periferia.com</em> com Marcos Teobaldo na Biblioteca de Manguinhos e no Parque Lage, agosto/2011. Os poemas a seguir fazem parte do livro <em>Impreciso</em>, que será lançado pela editora Dantes, em dezembro de 2011. (O.S.)</p>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:33:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pedro Granados, Lima, Perú, 1955. Ph.D (Hispanic Language and Literatures) por Boston University. Ha publicado Poéticas y utopías en la poesía de César Vallejo (2004) y Vallejo sin fronteras (2010). Poemarios: Sin motivo aparente (1978), Juego de manos (1984), Vía expresa (1986), El muro de las memorias (1989), El fuego que no es el sol [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Granados, Lima, Perú, 1955. Ph.D (Hispanic Language and Literatures) por Boston University. Ha publicado Poéticas y utopías en la poesía de César Vallejo (2004) y Vallejo sin fronteras (2010). Poemarios: Sin motivo aparente (1978), Juego de manos (1984), Vía expresa (1986), El muro de las memorias (1989), El fuego que no es el sol (1993), El corazón y la escritura (1996), Lo penúltimo (1998), Desde el más allá (2002), Al filo del reglamento [www.miradamalva.com/biblioteca/biblioteca.html], Soledad impura (2009) y Poesía para teatro (2010). Novelas: Prepucio carmesí (New Jersey: Ediciones Nuevo Espacio, 2000), Un chin de amor. (Lima: San Marcos, 2005) y En tiempo real (Lima: PYTX/ Mar con Soroche, 2007). Parte de su obra ha sido traducida al inglés, portugués y alemán. Leyó su poesía en: Festival Internacional de Poesía en Medellín, Casa de América en Madrid, Cornell University, Boston University, Universidad de Puerto Rico, Municipio de Montevideo, etc. El 2008 fue jurado de la I Bienal Internacional de Poesía Copé (Petroperú). El 2010 representó al Perú en el Cuarto Festival Int. de Letras &#8220;Jaime Sabines&#8221; (Chiapas, México). Actualmente es profesor en la UNILA (Brasil). (P.G.)</p>
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		<title>Linguagem entre a Experiência (de Trabalho) e o Conceito</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 01:02:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O artigo apresenta três experiências de abordagens clínicas do trabalho apresentando o que nelas nos permite compreender as tessituras entre atividade simbólica e industriosa no agir competente de trabalhadores. A linguagem aparece neste contexto como um problema maior de investigação, convidando à colaboração interdisciplinar entre as ‘ciências do trabalho’ para enfrentar questões relativas à formalização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo apresenta três experiências de abordagens clínicas do trabalho apresentando o que nelas nos permite compreender as tessituras entre atividade simbólica e industriosa no agir competente de trabalhadores. A linguagem aparece neste contexto como um problema maior de investigação, convidando à colaboração interdisciplinar entre as ‘ciências do trabalho’ para enfrentar questões relativas à formalização dos saberes e experiências dos trabalhadores. (D.M.C.)</p>
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		<title>Coletivos de trabalho, espaços de discussão e avaliação docente em programas de pós-graduação stricto sensu</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:56:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este artigo tem por objetivo interrogar o trabalho docente em cursos de pós-graduação stricto sensu no que diz respeito à viabilização de espaços de discussão e à real produção de um coletivo de trabalho capazes de repensar a clássica dicotomia instituída na modernidade entre o individual e o social. (D.R.; B.D.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo tem por objetivo interrogar o trabalho docente em cursos de pós-graduação stricto sensu no que diz respeito à viabilização de espaços de discussão e à real produção de um coletivo de trabalho capazes de repensar a clássica dicotomia instituída na modernidade entre o individual e o social. (D.R.; B.D.)</p>
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		<title>A Catação de Materiais Recicláveis em Três Cenas: Contribuições dos Estudos Discursivos</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:50:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Del Carmen Daher / Dayala Paiva de Medeiros Vargens]]></category>
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		<description><![CDATA[Este artigo enfoca a relação linguagem e mundo do trabalho a partir de uma perspectiva discursiva que tem como marco teórico a Análise do discurso em sua vertente de base enunciativa. Integra pesquisas que se voltam para uma compreensão ampliada de situação de trabalho, analisando-a a partir de uma rede de discursos proferidos e de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo enfoca a relação linguagem e mundo do trabalho a partir de uma perspectiva discursiva que tem como marco teórico a Análise do discurso em sua vertente de base enunciativa. Integra pesquisas que se voltam para uma compreensão ampliada de situação de trabalho, analisando-a a partir de uma rede de discursos proferidos e de suas condições de enunciabilidade (FOUCAULT, 1969: DAHER, ROCHA, SANT´ANNA, 2002; VARGENS, 2005). O estudo aborda enunciados instituídos em diferentes espaços e tempos, que constituem discursivamente sentidos sobre o trabalho do catador de materiais recicláveis. (D.C.D.; D.P.M.V.)</p>
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		<title>Análise comparativa de textos que orientam o trabalho educacional: décadas diferentes, mesmas prescrições</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:37:13 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Eliane Gouvêa Lousada / Ermelinda Barricelli]]></category>
		<category><![CDATA[Linguística]]></category>
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		<category><![CDATA[real]]></category>
		<category><![CDATA[realizado]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho educacional]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho prescrito]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo tem por objetivo discutir o trabalho do professor representado em textos encontrados em situações de trabalho educacional, baseando-se, em primeira instância, nos pressupostos teóricos do interacionismo sociodiscursivo (Bronckart, 2004, 2006, 2008), mas também em pressupostos teóricos de algumas das vertentes das ciências do trabalho. Primeiramente, apresentaremos uma discussão teórica sobre a visão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo tem por objetivo discutir o trabalho do professor representado em textos encontrados em situações de trabalho educacional, baseando-se, em primeira instância, nos pressupostos teóricos do interacionismo sociodiscursivo (Bronckart, 2004, 2006, 2008), mas também em pressupostos teóricos de algumas das vertentes das ciências do trabalho. Primeiramente, apresentaremos uma discussão teórica sobre a visão de trabalho educacional, numa abordagem mais ampla do desenvolvimento profissional. Em seguida, serão propostos instrumentos e metodologias que possibilitam a análise do trabalho educacional representado nos textos que o re-configuram. Finalmente, apresentaremos a análise de dois textos que veiculam prescrições sobre o trabalho docente. (E.G.L.;E.B.)</p>
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		<title>Empresas Líquidas: Metáfora ou Metonímia de uma Nova Lógica Organizacional?</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:31:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Jorge Gomes da Silva Sobrinho / Edilene Freire de Queiroz]]></category>
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		<description><![CDATA[Este artigo tem o objetivo de apresentar algumas reflexões teóricas acerca da maneira como a economia de mercado, no auge do liberalismo pós década de 80, vem tentando preencher o lugar “vazio” deixado pelas instituições reguladoras dos códigos culturais que ocupavam na modernidade clássica. A conseqüência do avanço do discurso capitalista, neste sentido, tornou “líquidas” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo tem o objetivo de apresentar algumas reflexões teóricas acerca da maneira como a economia de mercado, no auge do liberalismo pós década de 80, vem tentando preencher o lugar “vazio” deixado pelas instituições reguladoras dos códigos culturais que ocupavam na modernidade clássica. A conseqüência do avanço do discurso capitalista, neste sentido, tornou “líquidas” as instituições que outrora eram consideradas “sólidas”. Esse fato, historicamente construído, repercutiu diretamente nas empresas que, a partir da lógica da adaptação, seguida da flexibilização dos processos e, atualmente, de um imperativo maior por criatividade e inovação, inscrevem-se numa lógica líquida e metonímica, avessa à lógica sólida ancorada em metáforas típicas da modernidade. (J.G.S.S.; E.F.Q.)</p>
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		<title>Pelo (re)conhecimento da Ergolinguística</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:23:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este trabalho objetiva situar a Ergolinguística, disciplina incorporada em 2007 ao Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE. A Ergolinguística estuda a relação entre linguagem e trabalho, a partir dos aportes teórico-metodológicos da Linguística, da Ergonomia e da Ergologia, considerando-se o trabalho como uma atividade humana situada e o sujeito de linguagem como uma parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este trabalho objetiva situar a Ergolinguística, disciplina incorporada em 2007 ao Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE. A Ergolinguística estuda a relação entre linguagem e trabalho, a partir dos aportes teórico-metodológicos da Linguística, da Ergonomia e da Ergologia, considerando-se o trabalho como uma atividade humana situada e o sujeito de linguagem como uma parte essencial dela. Assim, a Ergolinguística tem contribuído para a reflexão sobre o trabalho a partir da linguagem, que é reveladora dos problemas imediatos das situações de trabalho, bem como de sua organização, assumindo um lugar privilegiado na compreensão das ações dos profissionais e dos sentidos que eles produzem e mobilizam na esfera da atividade. (L.M.F.P.)</p>
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		<title>Contribuições da linguagem para pensar a relação entre atividade de trabalho e desenvolvimento</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:17:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este artigo tem por objetivo articular a noção de desenvolvimento (AMARTYA SEN, 2000), o enfoque ergológico sobre a atividade de trabalho (SCHWARTZ, 1997; 2008) e os estudos sobre o trabalho vistos sob a perspectiva enunciativo-discursiva (MAINGUENEAU, 1984; POSSENTI, 2004). Tais discursos que circulam não só na empresa, mas também na mídia, reforçam-se mutuamente e, portanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo tem por objetivo articular a noção de desenvolvimento (AMARTYA SEN, 2000), o enfoque ergológico sobre a atividade de trabalho (SCHWARTZ, 1997; 2008) e os estudos sobre o trabalho vistos sob a perspectiva enunciativo-discursiva (MAINGUENEAU, 1984; POSSENTI, 2004). Tais discursos que circulam não só na empresa, mas também na mídia, reforçam-se mutuamente e, portanto, acentuam a lógica capitalista e concorrencial do movimento de globalização. A articulação entre essas três vertentes abre-se à idéia do chamado “letramento discursivo”, capaz de proporcionar ao indivíduo um espaço de liberdade para aumentar suas “capacidades” (misto de liberdade e capacidade) de compreensão do mundo e de participação mais crítica no desenvolvimento do seu entorno sócio-histórico. (M.C.S.S.; V.L.A.S.)</p>
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		<title>Desenvolvimento, Saúde, Trabalho e Envelhecimento: uma abordagem enunciativo-discursiva e ergológica do Ser Humano idoso industrioso</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:08:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presente estudo tem por objetivo abordar os temas do desenvolvimento sustentável, saúde, trabalho e envelhecimento no contexto da Transição Demográfica Brasileira projetada para a segunda metade do Século XXI, das Políticas Nacionais do Idoso, da Saúde do Idoso e do Estatuto do Idoso. Procurar-se-á estabelecer a relação existente entre o mundo experimentado pela ação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presente estudo tem por objetivo abordar os temas do desenvolvimento sustentável, saúde, trabalho e envelhecimento no contexto da Transição Demográfica Brasileira projetada para a segunda metade do Século XXI, das Políticas Nacionais do Idoso, da Saúde do Idoso e do Estatuto do Idoso. Procurar-se-á estabelecer a relação existente entre o mundo experimentado pela ação, referido por Bakhtin (1993) e o mundo representado pelo discurso, no âmbito da atividade de Seres Humanos Idosos Industriosos (SCHWARTZ, 1998;2000). É apresentada a experiência e são discutidos os resultados de Projeto de Pesquisa com idosos, em Pernambuco, levantando-se questões pertinentes para uma abordagem do ser-evento na perspectiva de uma ação dialógica e ergológica como um ato responsável no âmbito do trabalho, da saúde e do desenvolvimento sustentável. (M.C.H.S.)</p>
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		<title>Nota: Ciclo de palestras &#8220;O professor e seu trabalho&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 00:01:46 +0000</pubDate>
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		<title>A Formação Docente em Lexicografia e a Realidade sobre o Trabalho com Dicionários em Sala de Aula</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 23:52:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O texto apresenta a proposta e a execução de um curso de formação de professores com o objetivo de divulgar o dicionário como instrumento didático. Para tal, propõe-se como empregá-lo adequadamente para que contribua para a aprendizagem da leitura, da interpretação, da produção escrita e do vocabulário. O curso tem em vista a formação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto apresenta a proposta e a execução de um curso de formação de professores com o objetivo de divulgar o dicionário como instrumento didático. Para tal, propõe-se como empregá-lo adequadamente para que contribua para a aprendizagem da leitura, da interpretação, da produção escrita e do vocabulário. O curso tem em vista a formação do professor, haja vista ele desempenhar um papel fundamental na condução dos aprendizes rumo à expansão dos conhecimentos. Nesse sentido, coletaram-se informações dos professores para averiguar o seu perfil, a sua opinião sobre o uso de dicionários em suas aulas e de que forma os utilizam. O resultado demonstrou que as obras lexicográficas são subutilizadas, que não há acervo suficiente para que se realize um trabalho adequado, que não há tipos de dicionários adequados a seus usuários e também que são obras desconhecidas pela maioria dos professores quanto ao seu potencial e características. (A.B.A.B.D.; R.M.B.)</p>
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		<title>A Mobilização de Saberes Docentes na (Re)Construção Identitária de uma Professora de Língua Portuguesa</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 23:45:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
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		<description><![CDATA[Este trabalho foi motivado pelo interesse de refletir sobre os saberes docentes, levando em consideração a complexidade do ofício de professor. Busca-se aqui compreender de que forma a mobilização de saberes por parte de uma professora de Língua Portuguesa influencia no processo de (re)construção identitária dessa profissional, considerando que o sujeito professor se constitui na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este trabalho foi motivado pelo interesse de refletir sobre os saberes docentes, levando em consideração a complexidade do ofício de professor. Busca-se aqui compreender de que forma a mobilização de saberes por parte de uma professora de Língua Portuguesa influencia no processo de (re)construção identitária dessa profissional, considerando que o sujeito professor se constitui na sua prática cotidiana. Sob esse enfoque, este estudo, à luz de uma abordagem discursiva, com base nas teorias de Bakhtin (1992; 2003), além de Silva &amp; Matencio (2010), em diálogo com Tardif (2010), interessa-se em verificar como a identidade profissional dessa professora é construída discursivamente, em meio aos saberes mobilizados no evento em análise. (A.G.M; H.M.M.L.S.)</p>
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		<title>O professor de Língua Portuguesa e as decisões curriculares: um caso de autonomia?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 23:25:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Janaína Zaidan Bicalho Fonseca]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste trabalho, serão feitas algumas reflexões a respeito do papel e das contribuições do professor de língua portuguesa na proposta curricular do estado de Minas Gerais, mais conhecida como Conteúdos Básicos Comuns ou CBC. Para tanto, contaremos, teoricamente, com as categorias de modalização de Bronckart (1999), com o fim de compreender como as injunções e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste trabalho, serão feitas algumas reflexões a respeito do papel e das contribuições do professor de língua portuguesa na proposta curricular do estado de Minas Gerais, mais conhecida como Conteúdos Básicos Comuns ou CBC. Para tanto, contaremos, teoricamente, com as categorias de modalização de Bronckart (1999), com o fim de compreender como as injunções e as solicitações da tarefa do professor são organizadas na materialidade discursiva do documento, e com demais teóricos da Linguística Aplicada e da Ergonomia do Trabalho que se propuseram a refletir sobre a temática em análise. (J.Z.B.F.)</p>
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		<title>Trabalho e educação: o discurso publicitário de uma instituição de ensino superior privada</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 23:21:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Linguística]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a crise do taylorismo e do fordismo, no início dos anos 1970, o capitalismo começou a apresentar sinais claros de uma crise estrutural que afetou o mundo do trabalho e demandou uma resposta imediata. O objetivo deste estudo é refletir, do ponto de vista lingüistico-discursivo, sobre essas mudanças, por meio da análise de discursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a crise do taylorismo e do fordismo, no início dos anos 1970, o capitalismo começou a apresentar sinais claros de uma crise estrutural que afetou o mundo do trabalho e demandou uma resposta imediata. O objetivo deste estudo é refletir, do ponto de vista lingüistico-discursivo, sobre essas mudanças, por meio da análise de discursos que circularam em uma instituição de ensino superior privada paulista (IES). Por meio da exploração da dêixis discursiva, itens lexicais, cenografias e ethé dos materiais publicitários selecionados, foi possível observar um funcionamento discursivo que aponta para um continuum de alinhamento dessa instituição analisada aos “novos tempos”. (S.R.C.M.)</p>
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		<title>Breve comentário acerca do Fragmento A216, de Friedrich Schlegel</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 21:20:02 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Andréa Sirihal Werkema]]></category>
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		<category><![CDATA[Edição 8 - Ano IV - Dez/2011]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[gênero literário]]></category>
		<category><![CDATA[ironia romântica]]></category>

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		<description><![CDATA[O Fragmento 216, publicado por F. Schlegel na revista Athenäum (1798), alinha, em pé de igualdade valorativa, a Revolução Francesa, a doutrina-da-ciência de Fichte e o Wilhelm Meister de Goethe. O fragmento antecipa o escândalo que tal combinação poderia causar – e chega à conclusão de que o leitor capaz de compreender o alinhamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Fragmento 216, publicado por F. Schlegel na revista Athenäum (1798), alinha, em pé de igualdade valorativa, a Revolução Francesa, a doutrina-da-ciência de Fichte e o Wilhelm Meister de Goethe. O fragmento antecipa o escândalo que tal combinação poderia causar – e chega à conclusão de que o leitor capaz de compreender o alinhamento de tão diversos fatos histórico-culturais seria alguém capaz de enxergar a revolução não apenas nos movimentos sísmicos das populações, mas também nos livros, depositários silenciosos das grandes mudanças do pensamento. Uma visão mais abrangente da história da humanidade requer, portanto, na visão de Schlegel, a aceitação de diversos “gêneros” (ou formas) da capacidade crítico-reflexiva dos homens de sua época. O próprio fragmento em que se encontra expresso tal alinhamento problemático seria já uma forma complexa e irônica, pois afirma, peremptoriamente, uma “verdade” dificilmente sustentável se examinada dentro de qualquer esquema lógico e/ou científico. (A.S.W.)</p>
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		<title>Pensamento em devir: a dialética do acabamento/inacabamento no fragmento romântico</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 21:13:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presente artigo investiga a concepção filosófica do Romantismo de Jena enquanto atividade infinita. Através desta análise reflexiva aborda-se então o modo, a forma de expressão por excelência romântica: o fragmento, forma consciente dos limites da apresentação do todo. Não se trata, assim, de um aspecto meramente formal que visa o inacabamento, mas algo congênito: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presente artigo investiga a concepção filosófica do Romantismo de Jena enquanto atividade infinita. Através desta análise reflexiva aborda-se então o modo, a forma de expressão por excelência romântica: o fragmento, forma consciente dos limites da apresentação do todo. Não se trata, assim, de um aspecto meramente formal que visa o inacabamento, mas algo congênito: o fragmento constitui a visão romântica de totalidade; a totalidade se manifesta como um fragmento. (M.G.)</p>
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		<title>Reflexão e juízo de gosto em Rousseau</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 21:08:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O nosso objetivo é mostrar como a questão relativa ao gosto pode ser encontrada, enquanto forma particular de juízo, na obra de Rousseau, em especial, no Emílio. Em decorrência disso, tudo o que nós aprendemos sobre a gênese moderna do chamado juízo de reflexão estético, identificado à Crítica do juízo, de Kant, se não exige [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso objetivo é mostrar como a questão relativa ao gosto pode ser encontrada, enquanto forma particular de juízo, na obra de Rousseau, em especial, no Emílio. Em decorrência disso, tudo o que nós aprendemos sobre a gênese moderna do chamado juízo de reflexão estético, identificado à Crítica do juízo, de Kant, se não exige uma correção, nos obriga, pelo menos, a reconhecer, antes do esforço crítico, o surpreendente e certeiro tratamento do tema por parte de Rousseau, com consequências, sobretudo, entre os românticos alemães. (P.P.C.)</p>
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		<title>Incomprehensibility and Intersubjective Disambiguation: A Pragmatist Approach to Friedrich Schlegel</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 20:59:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O problema da incompreensibilidade em Friedrich Schlegel pode ser abordado de uma perspectiva pragmatista considerando também a crítica negativa de W. Benjamin ao Absoluto reflexivo do idealismo objetivo. Ao abordar a autoreflexividade pelo ponto de vista da intersubjetividade prática, o misticismo schlegeliano é desambiguado e desencantado. No entanto, sua proposta de unir filosofia e poesia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O problema da incompreensibilidade em Friedrich Schlegel pode ser abordado de uma perspectiva pragmatista considerando também a crítica negativa de W. Benjamin ao Absoluto reflexivo do idealismo objetivo. Ao abordar a autoreflexividade pelo ponto de vista da intersubjetividade prática, o misticismo schlegeliano é desambiguado e desencantado. No entanto, sua proposta de unir filosofia e poesia pode receber um novo e viável sentido enquanto busca por analogias que facilitem a comunicação interdisciplinar. (T.T.)</p>
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		<title>Romance romântico e teoria do romance: Lucinde, de Friedrich Schlegel</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 20:53:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Investiga-se aqui o estatuto do romance Lucinde, de Friedrich Schlegel, como parte do projeto do autor para a criação de uma teoria do romance moderno. Ao mesmo tempo, apontam-se prováveis descendências das ideias de Schlegel sobre a teoria do romance, como em Lukács e Walter Benjamin. (W.P.M.)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Investiga-se aqui o estatuto do romance Lucinde, de Friedrich Schlegel, como parte do projeto do autor para a criação de uma teoria do romance moderno. Ao mesmo tempo, apontam-se prováveis descendências das ideias de Schlegel sobre a teoria do romance, como em Lukács e Walter Benjamin. (W.P.M.)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Literatura e crítica, ars e technē: a poiesis moderna como herança romântica</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 20:35:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É a partir do romantismo, em sua expressão alemã, que se dá a sistematização de uma prática crítica que se pensa e pensa a literatura a qual informa não mais em termos de sujeito e objeto, isto é, uma prática crítica que põe abaixo os limites entre o discurso literário e o não literário, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É a partir do romantismo, em sua expressão alemã, que se dá a sistematização de uma prática crítica que se pensa e pensa a literatura a qual informa não mais em termos de sujeito e objeto, isto é, uma prática crítica que põe abaixo os limites entre o discurso literário e o não literário, uma prática crítica concebida como atividade criativa que, por meio de seu caráter reflexivo, ativaria algumas das infinitas possibilidades inscritas na obra. É para pensar esse caráter reflexivo da crítica literária, tão marcadamente moderno, bem como seus desdobramentos críticos e literários, que escrevemos esse artigo. (J.C.S.)</p>
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		<title>Tradição Clássica e Alforria Romântica: os Universos de João Batista de Almeida Garrett</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 20:25:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aos primórdios do romantismo alemão deve-se o quê de descompromisso entre o fazer literário contemporâneo e as ideologias artístico-culturais modelares. A premissa da liberdade e da liberalidade cultural e artística foi de certa forma inseminada ali e depois disseminada para outras culturas, as quais em muitos casos a adaptaram ou dela retiraram o essencial. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos primórdios do romantismo alemão deve-se o quê de descompromisso entre o fazer literário contemporâneo e as ideologias artístico-culturais modelares. A premissa da liberdade e da liberalidade cultural e artística foi de certa forma inseminada ali e depois disseminada para outras culturas, as quais em muitos casos a adaptaram ou dela retiraram o essencial. O embate entre a tradição clássica e os apelos da nova conjuntura romântica deixou resquícios não só na literatura alemã, mas também nas neolatinas como a portuguesa. Discutiremos e refletiremos sobre alguns aspectos dessas trajetórias, detendo-nos especialmente no caso do escritor português J. B. de Almeida Garrett, polarizador em seu país da referida discussão. (R.C.C.)</p>
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		<title>Rousseau e as imagens do Romantismo Alemão</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 20:18:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nós nos acostumamos com a imagem dos românticos como pensadores fragmentários e sem rigor, como é, aliás, a imagem tradicionalmente aceita de Rousseau. Além disso, os românticos parecem, com sua atitude negativa em relação aos grandes sistemas, atualizar a mesma atitude intelectual do filósofo genebrino: assistemático antes que os românticos teorizassem sobre isso, Rousseau é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós nos acostumamos com a imagem dos românticos como pensadores fragmentários e sem rigor, como é, aliás, a imagem tradicionalmente aceita de Rousseau. Além disso, os românticos parecem, com sua atitude negativa em relação aos grandes sistemas, atualizar a mesma atitude intelectual do filósofo genebrino: assistemático antes que os românticos teorizassem sobre isso, Rousseau é a primeira expressão de uma crítica intuitiva do cientificismo que os mais rigorosos pensadores e poetas só fariam confirmar. Tendo isso em mente, gostaríamos de fazer um paralelo entre a formação da imagem dos primeiros românticos (Schlegel e Novalis, principalmente), e o modo como foi se consolidando a imagem histórica de Rousseau. (S.S.A.)</p>
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		<title>A forma e o mundo: repensando Broquéis, de Cruz e Sousa</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 20:10:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este artigo propõe uma rediscussão do livro Broquéis, de Cruz e Sousa, com ênfase na questão da indizibilidade, aspecto atribuído, geralmente, à poética simbolista como um todo, resultante de um desejo de transcendência. Analisando o poema de abertura da coletânea, “Antífona”, procura-se associar o indizível sousiano à problemática da forma, cuja razão se encontra numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo propõe uma rediscussão do livro Broquéis, de Cruz e Sousa, com ênfase na questão da indizibilidade, aspecto atribuído, geralmente, à poética simbolista como um todo, resultante de um desejo de transcendência. Analisando o poema de abertura da coletânea, “Antífona”, procura-se associar o indizível sousiano à problemática da forma, cuja razão se encontra numa tentativa, da parte do poeta, de expressar o quadro histórico tumultuado do fim do século XIX. (A.P.)</p>
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		<title>Dom Pedro II no Inferno de Wall Street &#8211; II</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 16:05:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Continuação dos comentários sobre a presença de Dom Pedro II no Inferno de Wall Street de Sousândrade (ver primeira parte em Eutomia Ano IV, N° 1). As quatorze estrofes interpretadas foram inicialmente publicadas em 1877 e tratam da visita do imperador aos Estados Unidos entre abril e julho de 1876 e da sua presença na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuação dos comentários sobre a presença de Dom Pedro II no Inferno de Wall Street de Sousândrade (ver primeira parte em Eutomia Ano IV, N° 1). As quatorze estrofes interpretadas foram inicialmente publicadas em 1877 e tratam da visita do imperador aos Estados Unidos entre abril e julho de 1876 e da sua presença na Exposição do Centenário, realizada em Filadélfia. Sousândrade contrasta os regimes republicano, dos Estados Unidos, e imperial, do Brasil, sem por isso moderar as críticas à corrupção no governo do presidente Ulysses Grant envolvendo colaboradores próximos ao presidente. (C.T-M.)</p>
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		<title>Topografias nômades de Herberto Helder</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 15:59:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A combinação e permutação de elementos, assim como a criação de novos conteúdos ou imagens do mundo, são os elementos centrais do poema Lugar, de Herberto Helder, que possui uma lógica narrativa distinta daquela da invenção mimética tradicional. O espaço do poema é o próprio poema, seu tempo é o da recitação silenciosa e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A combinação e permutação de elementos, assim como a criação de novos conteúdos ou imagens do mundo, são os elementos centrais do poema Lugar, de Herberto Helder, que possui uma lógica narrativa distinta daquela da invenção mimética tradicional. O espaço do poema é o próprio poema, seu tempo é o da recitação silenciosa e as ações desencadeadas nesta longa composição, dividida em sete partes, são os constantes deslocamentos de sentido das palavras, que se aproximam de uma voluntária abstração semântica. (C.D.)</p>
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